Cinema – A Mulher Invisível

‘A Mulher Invisível’ conta a história de Pedro, um homem perfeito que acredita ter um casamento perfeito, até ser abandonado por Marina. Buscando maneiras para superar o fim do relacionamento, Pedro resolve ’se jogar’ na balada, sair com várias mulheres, beber todas, mas, como nada disso adianta ele se tranca em casa e começa a escrever poesias, poemas e cartas para sua ex-mulher. Até que um dia, Amanda, sua vizinha, bate à sua porta pedindo uma xícara de açúcar. Amanda e Pedro acabam se envolvendo, até que seu melhor amigo Carlos, tenta o alertar que Amanda não existe.

São várias situações inusitadas, para um casal formado por um homem de carne e osso e uma mulher imaginária. Como uma ida ao cinema ou a um restaurante, que arrancam deliciosas gargalhadas do público presente no cinema. O filme, à princípio, parece uma comédia insosa, que apela para clichês de mulheres nuas e piadas antigas. O roteiro de Cláudio Torres, alido a atuação de Selton Mello são impecáveis. Nunca duvidei da categoria de Selton Mello. Seu timing para comédia é impressionante. E qualquer filme com ele é bom. Outros grandes nomes se destacam no longa que estréia em todo o Brasil dia 05 de junho, como Vladmir Brichta, Fernanda Torres e até Luana Piovani. Que por sinal, superou e muito as minhas expectativas para o papel da ‘boazuda’ do filme. Vale muito a pena assistir.

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Teatro – Meu Caro Amigo – Teatro do Leblon

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Re-estréia hoje, em nova sala no Teatro do Leblon, o monólogo musical ‘Meu Caro Amigo’. Escrito por Fernando Barenco e protagonizado por Kelzy Ecard, a peça teatral é livremente inspirada e embalada pelas canções de Chico Buarque. Em tempos onde o trabalho (e os belos olhos verdes) do carioca não saem de moda, ‘Meu Caro Amigo’ não deixa a desejar.

Elzy é Norma, uma professora de História do Brasil já cinquentona, que morre de amores por Chico Buarque.   Norma relata como é sua vida desde o dia em que conheceu Chico e como ele fez parte da vida dela até o momento. Segundo ela, só o compositor foi capaz de traduzir cada um dos seus sentimentos com fidelidade. Sejam eles os sentimentos de rancor pelo pai, de raiva por um dos namorados ou de amor pelo próprio Chico.

A narrativa é rica em detalhes, e mostra a vida de uma mulher comum, que poderia ser sua mãe, irmã mais velha ou a vizinha do andar de cima. O mais impressionante é que a presença Elzy no palco faz com que o público não sinta falta de outros atores em nenhum minuto se quer. Sua voz doce e suas voltas pelo cenário nos deixa completamente fascinados pelo enredo, e quando nos damos conta, ficamos com gostinho de ‘quero mais’.

Serviço: Teatro do Leblon – Sala Fernanda Montenegro

Rua Conde Bernadotte, 26 – Leblon

Tel.: 2529-7700

Sextas e sábados, às 19h e domingos, às 17h

R$ 50

Show – Jota Quest – Oi Noites Cariocas

Confesso que faziam alguns anos que eu não assistia a um show do Jota Quest. Mas, hoje eu descobri uma bela metáfora que esclarece minha relação com o grupo. O Jota Quest é como um ex-namorado. É, aquele com quem você terminou, sem briga, mas que jurou de pés juntos que não amava mais. Só que um dia você dá de cara com ele, e percebe que ele está melhor do que nunca, e que dificilmente vai deixar de amá-lo.

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O show dessa noite foi o segundo feito pelos mineiros em terras cariocas após o lançamento do oitavo álbum da carreira, La Plata, há apenas três meses. Como já era de se esperar, a casa estava lotada. E segundo informações da organização do evento, a noite bateu o recorde de público da edição 2009. Foram 21 músicas, entre sucessos e inéditas, e mais de duas horas de pura adrenalina e agitação.

O local do evento é uma atração à parte, que instalado à beira-mar traz uma vista incrível do oceano e uma brisa que servia para combater um pouco do calor. Calor esse que a brisa marítima e os ventiladores com borrifadores de água não conseguiram aplacar. Mas a alta temperatura não deixou abater as cerca de duas mil pessoas ali presentes, que surpreenderam Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest, ao cantar junto com ele a nova música de trabalho “Vem Andar Comigo”.

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O show é muito bem composto de baladas e canções que fazem o público tirar o pé do chão, além de troca de figurinos e adereços (chapéus e óculos escuros), e um enorme painel iluminado ao fundo do palco. Os destaques da noite foram as excelentes canções do disco novo: ‘Laptop’, que tem uma repetição muito interessante, com uma levada eletrônica; ’Ladeira’, uma composição em parceria com o produtor Nelson Motta; e ‘Tudo Me Faz Lembrar Você’, com uma letra romântica que, segundo Rogério, tem a cara do Rio.

A prova de que o show foi excelente se deu no final das duas horas do espetáculo. Após o bis, composto de nada menos que cinco músicas, a galera ainda ficou aplaudindo e pedindo mais, até que a música ambiente foi ligada, as luzes foram acesas e os meninos do Jota Quest apareceram para agradecer. Fim da apresentação com gostinho de ‘quero mais’. Não é a toa que a mineirada adora se apresentar no Rio, a vibração e a receptividade do público essa noite exemplificou bem o motivo.

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Cinema – O Curioso Caso de Benjamim Button

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A adaptação do conto de F. Scott Fitzgerald para os cinemas não deixa nada a desejar a história original. Com uma narração do próprio personagem, em forma de leitura do diário de Benjamin, o filme é um tanto quanto extenso, mas ainda sim, nem um pouco cansativo.

Benjamin Button é um homem que nasceu com características da velhice, como catarata, rugas e artrose. Mas com o passar dos anos, vai rejuvenescendo até voltar a ser um bebê e morrer. Quando Benjamin nasceu no dia em que acabou a 1ª Guerra Mundial e sua mãe morreu ao dar a luz. Transtornado pelos acontecimentos e pelo bêbe ter o aspecto de um idoso, o pai de Benjamin o abandona na soleira da porta de um asilo. Ali ele é encontrado por uma criada do local, e criado por ela com muito amor e carinho, no meio de muitos idosos.

Naquele lugar, Benjamim descobre muitas coisas sobre a vida e a morte, inclusive o fato de ser diferente das outras pessoas. Mas sua maior descoberta ali é o amor. Benjamin, por volta dos oito anos de idade, conhece Daisy, neta de uma das senhoras residentes na casa de repouso, e se apaixona por ela. A história em si, gira no momento em que a vida de Benjamin e Daisy se encontram, quando os dois tem por volta dos quarenta anos. Ali são vistas diversas lições para serem levadas para a vida, mostrando que mesmo com a vida de Benjamin e Daisy andando na direção contrária, ambos lidam com o passar do tempo da mesma maneira.

Apesar de longo, o filme não tem nenhuma parte desnecessária ou sobressalente. Cada parte se faz necessária para o bom desenvolvimento do filme. Mas o que realmente chama a atenção são os efeitos (de maquiagem e computação gráfica) que fazem Brad Pitt e Cate Blanchet oscilarem dos 17 aos 70 anos de idade. Realmente um filme que vale a pena ser visto, e que, eu aposto, que deve levar alguns Oscar´s dos 13 aos quais foi indicado.

Cinema – Crepúsculo

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A tão esperada adaptação do livro ‘Crepúsculo’, sucesso de vendas em todo o mundo chegou ao Brasil fazendo tanto alvoroço quanto o esperaço. O romance adolescente entre um vampiro e uma garota totalmente atrapalhada não faz feio em relação à publicação e encantou o público de todas as idades. A história, que parece ser meio água com açúcar, tem o poder de te prender a tela do início ao fim mesclando cenas de lutas e romance, agradando a gregos e troianos. Óbvio que se tratando de uma adolescente de beleza comum, com dificuldade de relacionamentos se envolvendo com um ‘príncipe encantado’ meio bad boy, o filme agrada bem mais às mulheres.

Toda a história gira em torno de Bella Swan, a filha do chefe de polícia que se muda para a pequena e chuvosa cidade de Phoenix. E lá conhece Edward, o cara mais lindo da escola. A princípio, o relacionamento parece que não vai acontecer, devido a resistência de Edward. O que ninguém sabe é que Edward na verdade é um vampiro, e decide ficar distante de Bella para nã0 machucá-la. Só que essa distância se torna inevitável quando o vampiro descobre que está apaixonado pela mortal, e que ela corre risco de vida constantemente devido à intensidade com que ela é desajeitada.

Ao contrário do que muita gente imagina, Sthepenie Meyer conseguiu desmistificar um mundo de vampiros. Os caixões, crucifixos, capas pretas e transformações em morcego, deram lugar à beleza impecável, força e velocidade sobrenatural, além da convivência pacífica de alguns deles com seres humanos. O sucesso foi tamanho que a sequência já foi encomendada, e promete sair em 2010.

TalkShow – Leoni – Humaitá Pra Peixe

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O festival de música, Humaitá Pra Peixe, que esse ano comemora 15 edições, está promovendo esse ano não somente as já tradicionais apresentações de bandas e músicos iniciantes, mas também talkshows com artistas consagrados. O primeiro deles aconteceu no dia 15 de janeiro, no Oi Futuro, e teve como convidado o cantor e compositor Leoni. O objetivo era promover um bate-papo descontraído com muita música, é claro.

O primeiro convidado, a meu ver, se saiu muito bem. Foi muito sincero, falando de sua carreira, de seus ídolos, sua família, o modo como compõe, seu site, entre outros assuntos. Tudo isso, embalado por algumas canções, que para minha surpresa, não faziam parte de seu repertório convencional.

O mediador do talkshow fez Leoni seguir uma ordem cronológica dos fatos que prejudicou um pouco o bom andamento da conversa. Mas nada que tenha incomodou de fato as pouco mais de 100 pessoas que lá estavam, sentadas em almofadas vermelhas espalhadas pelo chão do Oi Futuro, vidradas em casa uma das palavras ou notas que saiam da boca do cantor.

Leoni falou sobre sua primeira banda, na época em que ele gostava de rock. E para relembrar, tocou Black Sabbath deixando muito surpresos. Depois veio a vontade de ser poeta, a frustração do pai por ele não querer ser advogado, a troca da faculdade de direito pela de letras, o começo de suas composições e a troca da guitarra pelo baixo (segundo ele, devido ao fato da sua banda ter QUATRO guitarristas e nenhum baixista. E por ele ser o pior deles…). Tudo isso, embalado ao som de Elvis Costelo. Ainda teve toda a sua trajetória no Kid Abelha (e as Abóboras Selvagens), o primeiro sucesso composto por ele: ‘Pintura Íntima’. Que, por sinal é uma das música que Leoni gostaria de ter reescrito. Sua insatisfação com a composição é tão clara, que ele não a tocava desde 1986, ano que saiu do Kid Abelha. Logo após o revival com a canção ‘Porque Não Eu?’, veio sua história com o Heróis da Resistência, e sua devida trilha sonora: ‘Dublê de Corpo’.

Falando de composições, Leoni relembrou grandes parceiros, e ídolos, como Cazuza, Herbert Vianna, Léo Jaime, Rodrigo Maranhão, entre outros. A admiração por eles se fez clara quando Leoni fez questão de contar que, quando ouviu ‘Quase um Segundo’ pela primeira vez, se identificou jurando já tinha passado por aquela situação, e poderia ter escrito a canção. Assim como ‘Pode Ser’, de Léo Jaime, ambas cantadas no talkshow.

Para finalizar, veio a carreira solo, seu site e sua maneira de divulgar seu trabalho atualmente. Lançando um single inédito por mês em seu site, e disponibilizando para download apenas para usuários cadastrados. Leoni ainda tocou duas de suas novas músicas, ‘É Proibido Sofrer’ e  ‘Do Teu Lado’. E depois de duas horas de bate-papo e cantoria, o cantor ainda teve disposição para atender os fãs que esperavam impacientes.

Para quem não assistiu, fica um vídeo de ‘Alison’, do Elvis Costelo. Quem quiser conferir a programação do festival, visite o site do Humaitá Pra Peixe. Ainda em janeiro tem talkshow com Tico Santa Cruz e Frejat.

Show – Daniel Lopes – Humaitá Pra Peixe

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O Humaitá Pra Peixe, festival de música que acontece há 15 anos no Rio de Janeiro, levou no dia 13 de janeiro ao Espaço Cultural Sérgio Porto, Daniel Lopes. Cantor, guitarrista e compositor, Daniel está saindo em carreira solo após acompanhar por seis anos, como instrumentista, o também cantor e compositor Leoni.

Daniel acaba de gravar seu primeiro disco, ‘Mais e mais refrões’, que deve ser lançado em fevereiro, e contagiou o público com canções de sua autoria e alguns covers. O mais ovacionado deles, com certeza foi ‘Thriller’. Canção onde a banda sai sorrateiramente do palco, deixando Daniel acompanhado apenas de violão, pedaleira e Ipod. De maneira simples, mas inusitada, ele reproduziu cada um dos instrumentos necessários, gravou um som por cima do outro com o auxílio da pedaleira, que ficava repetindo as batidas em sequência. Quando menos se espera, Daniel está cantando Michael Jackson com direito a backing vocal feito também por ele. Ainda no mesmo esquema, Daniel emenda ‘Go Back’, dos Titãs e ‘Hit The Road, Jack’, enquanto a banda volta.

A banda, por sinal, é um assunto a parte. Muito bem selecionada, tem sintonia perfeita com a estrela da noite. Suas canções mostram uma mistura de maturidade musical e inovação que encantou o público. A prova disso foi a quantidade de cd´s artesanais vendidos. Não sobrou um pra contar história, e ainda teve gente que vai ter que esperar até o lançamento oficial.

Show – Michael Bublé – Vivo Rio

fotos de Karina Yamane e Regina Barros

michael1Definitivamente, o cantor canadense Michael Bublé é um showmen! Mesmo falando todo o tempo em inglês, ele conseguiu se fazer entender e fez toda a platéia do Vivo Rio rir, dançar, cantar e aplaudir incansavelmente. Michael contou histórias, brincou com sua banda, tomou vinho de um fã sentado da primeira fila, dançou, fingiu que tocava trompete e se jogou no meio da platéia.

Apesar de muito criticado, pelo alto valor que foi dado à venda de ingressos para seu primeiro show no Rio de Janeiro, Bublé não deixou nem um pouco a desejar. E pareceu mesmo incomodado com os preços quando disse que ‘já que pagaram caro para estar aqui, hoje a noite é de vocês, só de vocês! Então se quiserem cantar comigo, cantem. Se quiserem dançar, dancem. Se quiserem levantar da cadeira, e a pessoa do lado reclamar, mandem ela se…’.

Mesmo não sendo tão popular no Brasil, sua apresentação estava recheada de famosos como Rodrigo Lombardi, Roger Gobeth, Miguel Falabella, Cristiane Torloni e Hebe Camargo. E não foram somente os artistas que fizeram bonito na noite de sábado. Os presentes no Vivo Rio cantaram todas as canções junto com Michael, o fazendo se sentir totalmente confortável no palco.

Com 12 anos de carreira, o canadense tem algumas canções famosas no país por fazerem parte de trilhas sonoras de novelas, como ‘Everything’ e ‘Me and Mrs. Jones’. E ainda conta com um repertório de clássicos regravados e repaginados, como ‘The Way You Look Tonight’, ‘Crazy Little Thing Called Love’, ‘You I´ll Never Find’, ‘Always On My Mind’, entre outras.

Os momentos memoráveis da apresentação foram durante a canção ‘Home’, onde ele ganhou uma bandeira brasileira, que fez questão de segurar, e levá-la consigo para fora do palco.

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E ainda o instante em que ele larga o microfone, e pula no meio das mesas, deixando as garotas da primeira fila enlouquecidas. Depois de muitos beijos, fotos e abraços, ele sobe novamente ao palco e diz com ma cara de quem curtiu aquilo tudo: ’someone grab my ass’. Seu jeito cativante contagiou a platéia de tal maneira, que todos aqueles que cantaram e fizeram a coreografia de ‘YMCA’ na maior empolgação, entraram em silêncio absoluto enquanto Michael Bublé entoava à capela ‘A Song for You’. Enfim, um show caro, mas que valeu cada centavo investido nessa noite inesquecível.

CD – Jota Quest – La Plata

Foi lançado nacionalmente no dia 31 de outubro o oitavo disco do Jota Quest. Intitulado “La Plata”, a primeira canção trabalhada é a que dá nome ao disco. Esse foi o primeiro trabalho dos mineiros feito inteiramente em Belo Horizonte, em estúdio próprio. Fato esse que deu uma diversificada nas canções presentes no álbum. Nenhuma das treze faixas é igual ou parecida com algo já feito por eles.

As novidades ficam por conta da quantidade de músicas e inserções em inglês, que cresceram desde o último disco. Além da redução das ‘canções de amor’, que deram lugar às críticas sociais. A pegada eletrônica, que já vinha influenciando o vocalista Rogério Flausino, também aparece fortemente. Mas mesmo com tantas modificações, o Jota Quest ainda é o mesmo. E como o próprio grupo definiu, este trabalho ainda é a essência dos cinco rapazes de BH, só que em uma versão bem mais despretensiosa, feita sem se importar com críticas ou elogios.

Nessa nova fase, o Jota Quest contou com a participação do produtor Nelson Motta, que colocou letra na belíssima canção ‘Ladeira’ (a minha preferida no disco). E ainda com o participação de Ashley Slater, que dividiu vocais e metais em ‘So Special’. E ainda Fernanda Mello, parceira de longa data, que tem parcipações em canções de grande sucesso ’Mais Uma Vez’, ‘Só Hoje’ e ‘O Que Eu Também Não Entendo’, repete a dose na eletrônica ‘Laptop’.

E para quem pensa que acabou, a banda ainda se adaptou a nova tendência do mercado da música e colocou o clipe da música ‘La Plata’ no YouTube assim que ele foi lançado. Além de ter disponibilizado no MySpace todo o conteúdo do disco uma semana antes do lançamento. E ainda para espanto geral, o disco chegou às lojas ao módico preço de R$19,90. Sucesso garantido!

RESULTADO DA PROMOÇÃO

O ganhador do livro “Antes de Morrer” é Gustavo Kloh. Com a resposta:

“Com tanto crédito fácil por aí…

Ia fazer o maximo de cartões de credito possivel…
E estourar o limite de todos com muita diversão em ótima companhia!”

Parabéns, Gustavo! Dos 68 participantes da promoção, você foi o mais ousado! O livro deve chegar na sua casa ainda essa semana!

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