Cinema – As Crônicas de Nárnia Maio 27, 2008
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A continuação da série “As Crônicas de Nárnia”, do livro homônimo, não deixa nem um pouco a desejar. Assim como o primeiro filme da série, a seqüência é feita de belos efeitos especiais, imagens muito bem editadas e trilha sonora impecável.
O segundo filme mostra o retorno dor irmãos Pevensie à Nárnia, após mais de 100 mil anos de ausência. E lá chegando, descobrem que Nárnia havia desaparecido, e eles, chamados a retornar ao reino encantado para ajudarem o Príncipe Caspian a libertar o que restou da cidade.
Caspian é o herdeiro do trono de Telmarina, um reino formado por homens cruéis que destruíram Nárnia e toda a sua população. O rei de Temalrina, o tio de Caspian, Miraz, resolve se livrar do príncipe quando finalmente, sua esposa dá a luz a um filho homem, que pode o suceder no trono. Mas, Caspian consegue fugir com a ajuda de seu professor e tutor.
Se vendo em uma situação difícil, onde todos os soldados de Miraz estão à sua caça, Caspian resolve acreditar em todas as histórias ouvidas durante a sua infância e clamar pela ajuda dos antigos reis de Nárnia, os irmãos Pevensie, para tomar o lugar que lhe cabe no reinado de Telmarina e libertar os fugitivos de Nárnia.
Cinema – O Melhor Amigo da Noiva Maio 8, 2008
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O filme é mais uma daquelas comédias românticas açucaradas onde todo mundo já sabe o que irá acontecer no final. Mas mesmo assim, vale a pena ser assistido. A história começa quando o mulherengo Tom, vivido por Patrick Dempsey, ainda na faculdade, conhece Hannah por acaso, ao confundi-la com sua colega de quarto. A partir daí surge uma enorme amizade. Dez anos se passam, Tom e Hannah vivem em Nova York. Tom levando a sua vida com uma mulher diferente por noite, e Hannah, tentando superar o fim do seu último relacionamento.
Como o esperado, tudo está muito bem, até que Hannah viaja para a Escócia a trabalho. Nesse meio tempo, Tom descobre que sua vida é completamente sem graça sem sua melhor amiga, e que talvez ela possa ser mais do que apenas amiga. E quando finalmente decide dizer isso a ela, Tom tem uma ‘surpresa’. Hannah volta da Escócia noiva de um Duque produtor de wisky, o convida para ser sua “dama de honra” e diz que vai casar em apenas 15 dias. E é ai, que a história ganha vida.
Tom odeia o fato de ser “dama-de-honra”, pois a família do noivo acredita que ele seja gay, mas ele persiste para que assim possa ficar perto da noiva a maior quantidade de tempo possível. Nesse meio tempo, o pai de Tom se divorcia pela sexta vez. As confusões em que Tom acaba de metendo para fazer com que sua melhor amiga não se case, são ótimas. E seu esforço para ser a melhor “dama-de-honra” é impagável. O filme fica completo com a trilha sonora romântica e moderninha.
Cinema – Um Beijo Roubado Maio 6, 2008
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O filme que marca a estréia de Norah Jones no cinema pode ser considerado nem tão bom, nem tão ruim. Não devido à atuação dela, que para seu primeiro papel na telona, ainda mais como protagonista, não faz feito. A cantora que ainda assina parte da trilha sonora, que diga-se de passagem, é um dos pontos altos do filme, se mostra perfeita para o papel de menina inocente que sai em busca de algo maior viajando pelos Estados Unidos.
O filme gira em torno da protagonista, Elizabeth, que foi enganada pelo namorado, e passa a freqüentar todas as noites o bar da esquina do apartamento de seu ex-companheiro, na esperança de reatar o relacionamento. Após várias noites de conversa com o dono do bar, Jeremy, vivido por Jude Law, ela finalmente toma coragem e vai embora de Nova York, para tentar esquecer o passado. A partir daí, o filme passa o tomar rumos onde os protagonistas são postos de lado, e outras histórias assumem a frente.
Destaque para Natalie Portman, que faz uma viciada em pôquer, que pede dinheiro emprestado para Elizabeth para jogar, e as duas acabam se tornando amigas, e se apoiando em momentos difíceis vividos no desenrolar da trama.
Os melhores momentos do filme estão naqueles que se passam dentro do bar, em Nova York, ainda no início do filme. Como a explicação de Jeremy para todas as chaves esquecidas ou largadas no bar que ele guarda dentro de um pote de vidro em cima do balcão. Quando questionado o motivo porque as chaves nunca foram jogadas fora, ele diz que não cabe a ele decidir que portas devem ou não permanecer trancadas. Ou ainda as cenas vistas pela câmera de segurança instalada no estabelecimento. Ou então a cena que dá nome ao filme, em português, quando Elizabeth dorme em cima do balcão ainda suja de torta de bluberry e sorvete de creme, e Jeremy lhe rouba um beijo.
Exposição – Linha do Horizonte Maio 5, 2008
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A exposição “Linha do Horizonte”, que está a partir de hoje aberta a visitação na Caixa Cultural, no Rio, reúne 63 obras de 25 diferentes artistas portugueses. Lá estão expostas telas pintadas em tinta acrílica, fotografias e até um filme feito em Mini-DV. A mostra faz parte da comemoração dos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil. O intuito da reunião dessas obras é mostrar a linha de evolução na maneira de retratar as paisagens, que é bastante caracterizada principalmente na arte ocidental.
Todos os trabalhos são interessantes. Uns um pouco mais que os outros. O que me chamou mais a atenção, além do filminho que parece ter sido feito de dentro de um trem tamanha a velocidade que a paisagem passa, foi uma pequenina maquete feita dentro de uma espécie de recipiente de barro.
As telas com pinturas de montanhas brancas cobertas pela neve são tão lindas que dá vontade de ficar ali olhando. Mas o que realmente rouba a cena é uma engraçada fotografia, bem maior que as outras, em uma moldura simples, que retrata um casal observando uma floresta seca. Você deve estar se perguntando o porque da fotografia ser engraçada. Bem, é porque o casal retratado é um ‘homem’ careca vestido de fada e outro homem de terno….



