Show – Jota Quest – Oi Noites Cariocas Fevereiro 14, 2009
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Confesso que faziam alguns anos que eu não assistia a um show do Jota Quest. Mas, hoje eu descobri uma bela metáfora que esclarece minha relação com o grupo. O Jota Quest é como um ex-namorado. É, aquele com quem você terminou, sem briga, mas que jurou de pés juntos que não amava mais. Só que um dia você dá de cara com ele, e percebe que ele está melhor do que nunca, e que dificilmente vai deixar de amá-lo.

O show dessa noite foi o segundo feito pelos mineiros em terras cariocas após o lançamento do oitavo álbum da carreira, La Plata, há apenas três meses. Como já era de se esperar, a casa estava lotada. E segundo informações da organização do evento, a noite bateu o recorde de público da edição 2009. Foram 21 músicas, entre sucessos e inéditas, e mais de duas horas de pura adrenalina e agitação.
O local do evento é uma atração à parte, que instalado à beira-mar traz uma vista incrível do oceano e uma brisa que servia para combater um pouco do calor. Calor esse que a brisa marítima e os ventiladores com borrifadores de água não conseguiram aplacar. Mas a alta temperatura não deixou abater as cerca de duas mil pessoas ali presentes, que surpreenderam Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest, ao cantar junto com ele a nova música de trabalho “Vem Andar Comigo”.

O show é muito bem composto de baladas e canções que fazem o público tirar o pé do chão, além de troca de figurinos e adereços (chapéus e óculos escuros), e um enorme painel iluminado ao fundo do palco. Os destaques da noite foram as excelentes canções do disco novo: ‘Laptop’, que tem uma repetição muito interessante, com uma levada eletrônica; ’Ladeira’, uma composição em parceria com o produtor Nelson Motta; e ‘Tudo Me Faz Lembrar Você’, com uma letra romântica que, segundo Rogério, tem a cara do Rio.
A prova de que o show foi excelente se deu no final das duas horas do espetáculo. Após o bis, composto de nada menos que cinco músicas, a galera ainda ficou aplaudindo e pedindo mais, até que a música ambiente foi ligada, as luzes foram acesas e os meninos do Jota Quest apareceram para agradecer. Fim da apresentação com gostinho de ‘quero mais’. Não é a toa que a mineirada adora se apresentar no Rio, a vibração e a receptividade do público essa noite exemplificou bem o motivo.




TalkShow – Leoni – Humaitá Pra Peixe Janeiro 16, 2009
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O festival de música, Humaitá Pra Peixe, que esse ano comemora 15 edições, está promovendo esse ano não somente as já tradicionais apresentações de bandas e músicos iniciantes, mas também talkshows com artistas consagrados. O primeiro deles aconteceu no dia 15 de janeiro, no Oi Futuro, e teve como convidado o cantor e compositor Leoni. O objetivo era promover um bate-papo descontraído com muita música, é claro.
O primeiro convidado, a meu ver, se saiu muito bem. Foi muito sincero, falando de sua carreira, de seus ídolos, sua família, o modo como compõe, seu site, entre outros assuntos. Tudo isso, embalado por algumas canções, que para minha surpresa, não faziam parte de seu repertório convencional.
O mediador do talkshow fez Leoni seguir uma ordem cronológica dos fatos que prejudicou um pouco o bom andamento da conversa. Mas nada que tenha incomodou de fato as pouco mais de 100 pessoas que lá estavam, sentadas em almofadas vermelhas espalhadas pelo chão do Oi Futuro, vidradas em casa uma das palavras ou notas que saiam da boca do cantor.
Leoni falou sobre sua primeira banda, na época em que ele gostava de rock. E para relembrar, tocou Black Sabbath deixando muito surpresos. Depois veio a vontade de ser poeta, a frustração do pai por ele não querer ser advogado, a troca da faculdade de direito pela de letras, o começo de suas composições e a troca da guitarra pelo baixo (segundo ele, devido ao fato da sua banda ter QUATRO guitarristas e nenhum baixista. E por ele ser o pior deles…). Tudo isso, embalado ao som de Elvis Costelo. Ainda teve toda a sua trajetória no Kid Abelha (e as Abóboras Selvagens), o primeiro sucesso composto por ele: ‘Pintura Íntima’. Que, por sinal é uma das música que Leoni gostaria de ter reescrito. Sua insatisfação com a composição é tão clara, que ele não a tocava desde 1986, ano que saiu do Kid Abelha. Logo após o revival com a canção ‘Porque Não Eu?’, veio sua história com o Heróis da Resistência, e sua devida trilha sonora: ‘Dublê de Corpo’.
Falando de composições, Leoni relembrou grandes parceiros, e ídolos, como Cazuza, Herbert Vianna, Léo Jaime, Rodrigo Maranhão, entre outros. A admiração por eles se fez clara quando Leoni fez questão de contar que, quando ouviu ‘Quase um Segundo’ pela primeira vez, se identificou jurando já tinha passado por aquela situação, e poderia ter escrito a canção. Assim como ‘Pode Ser’, de Léo Jaime, ambas cantadas no talkshow.
Para finalizar, veio a carreira solo, seu site e sua maneira de divulgar seu trabalho atualmente. Lançando um single inédito por mês em seu site, e disponibilizando para download apenas para usuários cadastrados. Leoni ainda tocou duas de suas novas músicas, ‘É Proibido Sofrer’ e ‘Do Teu Lado’. E depois de duas horas de bate-papo e cantoria, o cantor ainda teve disposição para atender os fãs que esperavam impacientes.
Para quem não assistiu, fica um vídeo de ‘Alison’, do Elvis Costelo. Quem quiser conferir a programação do festival, visite o site do Humaitá Pra Peixe. Ainda em janeiro tem talkshow com Tico Santa Cruz e Frejat.
Show – Daniel Lopes – Humaitá Pra Peixe Janeiro 14, 2009
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O Humaitá Pra Peixe, festival de música que acontece há 15 anos no Rio de Janeiro, levou no dia 13 de janeiro ao Espaço Cultural Sérgio Porto, Daniel Lopes. Cantor, guitarrista e compositor, Daniel está saindo em carreira solo após acompanhar por seis anos, como instrumentista, o também cantor e compositor Leoni.
Daniel acaba de gravar seu primeiro disco, ‘Mais e mais refrões’, que deve ser lançado em fevereiro, e contagiou o público com canções de sua autoria e alguns covers. O mais ovacionado deles, com certeza foi ‘Thriller’. Canção onde a banda sai sorrateiramente do palco, deixando Daniel acompanhado apenas de violão, pedaleira e Ipod. De maneira simples, mas inusitada, ele reproduziu cada um dos instrumentos necessários, gravou um som por cima do outro com o auxílio da pedaleira, que ficava repetindo as batidas em sequência. Quando menos se espera, Daniel está cantando Michael Jackson com direito a backing vocal feito também por ele. Ainda no mesmo esquema, Daniel emenda ‘Go Back’, dos Titãs e ‘Hit The Road, Jack’, enquanto a banda volta.
A banda, por sinal, é um assunto a parte. Muito bem selecionada, tem sintonia perfeita com a estrela da noite. Suas canções mostram uma mistura de maturidade musical e inovação que encantou o público. A prova disso foi a quantidade de cd´s artesanais vendidos. Não sobrou um pra contar história, e ainda teve gente que vai ter que esperar até o lançamento oficial.
Show – Michael Bublé – Vivo Rio Novembro 24, 2008
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fotos de Karina Yamane e Regina Barros
Definitivamente, o cantor canadense Michael Bublé é um showmen! Mesmo falando todo o tempo em inglês, ele conseguiu se fazer entender e fez toda a platéia do Vivo Rio rir, dançar, cantar e aplaudir incansavelmente. Michael contou histórias, brincou com sua banda, tomou vinho de um fã sentado da primeira fila, dançou, fingiu que tocava trompete e se jogou no meio da platéia.
Apesar de muito criticado, pelo alto valor que foi dado à venda de ingressos para seu primeiro show no Rio de Janeiro, Bublé não deixou nem um pouco a desejar. E pareceu mesmo incomodado com os preços quando disse que ‘já que pagaram caro para estar aqui, hoje a noite é de vocês, só de vocês! Então se quiserem cantar comigo, cantem. Se quiserem dançar, dancem. Se quiserem levantar da cadeira, e a pessoa do lado reclamar, mandem ela se…’.
Mesmo não sendo tão popular no Brasil, sua apresentação estava recheada de famosos como Rodrigo Lombardi, Roger Gobeth, Miguel Falabella, Cristiane Torloni e Hebe Camargo. E não foram somente os artistas que fizeram bonito na noite de sábado. Os presentes no Vivo Rio cantaram todas as canções junto com Michael, o fazendo se sentir totalmente confortável no palco.
Com 12 anos de carreira, o canadense tem algumas canções famosas no país por fazerem parte de trilhas sonoras de novelas, como ‘Everything’ e ‘Me and Mrs. Jones’. E ainda conta com um repertório de clássicos regravados e repaginados, como ‘The Way You Look Tonight’, ‘Crazy Little Thing Called Love’, ‘You I´ll Never Find’, ‘Always On My Mind’, entre outras.
Os momentos memoráveis da apresentação foram durante a canção ‘Home’, onde ele ganhou uma bandeira brasileira, que fez questão de segurar, e levá-la consigo para fora do palco.
E ainda o instante em que ele larga o microfone, e pula no meio das mesas, deixando as garotas da primeira fila enlouquecidas. Depois de muitos beijos, fotos e abraços, ele sobe novamente ao palco e diz com ma cara de quem curtiu aquilo tudo: ’someone grab my ass’. Seu jeito cativante contagiou a platéia de tal maneira, que todos aqueles que cantaram e fizeram a coreografia de ‘YMCA’ na maior empolgação, entraram em silêncio absoluto enquanto Michael Bublé entoava à capela ‘A Song for You’. Enfim, um show caro, mas que valeu cada centavo investido nessa noite inesquecível.
Show – Chicas – Teatro Rival Outubro 3, 2008
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Nos dias 01 e 02 de outubro, aconteceu os shows das Chicas, que marcaram o encerramento da turnê “Quem vai comprar nosso barulho?”. O disco de mesmo nome foi lançado, de forma independente, em 2006, e rendeu diversas apresentações do grupo vocal composto por Isadora Medella, Fernanda Gonzaga, Amora Pera e Paula Leal. Apresentações essas que passaram por quase todo o território nacional.

Foto: Thamara Hollanda
A segunda apresentação estava lotada. O público variava desde uma menina de oito anos, sentada ao meu lado, até uma mesa lotada de senhoras de cabelos brancos. O que todos nós tínhamos em comum era saber na ponta da língua cada uma das músicas cantadas pelas meninas. E olha que eram muitas e das mais variadas.
Entre elas estavam “Androgismo”, de Cleiton e Cleidir, “Paciência”, do Lenine, “Me Deixa”, do Rappa e “O Quereres”, de Caetano Veloso. Tudo com uma nova roupagem, cheia de violinos, xilofones, triângulos, batuques e apitos, feita por elas e pelos músicos que as acompanhavam naquela noite. O som que saia das bocas de Amora, Fernanda, Isadora e Paula se encaixava perfeitamente, dando a impressão que as quatro eram apenas uma. O que a principio, parece ser impossível, devido aos diferentes timbres de vozes. Mas com o desenvolvimento do show, se percebe o entrosamento das meninas, e a impressão de que elas são uma única pessoa se fortalece.
Lá pela metade do show, algumas pessoas se contaminaram pela empolgação do show, e levantaram de suas cadeiras para dançar, rodar e cantar junto com as Chicas. Que inclusive, interagiram muito com o público presente. Pena o local ser tão pequeno e tão restrito, fazendo com que os presentes não pudessem se empolgar o desejado. O destaque da noite foi a canção ‘Oração’, cantada pela Fernanda Gonzaga. Além da poesia declamada antes da canção “Namorar”, da autoria de Pedro Rocha.
As Chicas são extremamente encantadoras. Paula com seu timbre forte, mas apaixonado, demonstra isso perfeitamente quando canta “Espumas ao Vento”. Já Amora parece entrar em transe enquanto entoa as notas musicais perfeitas e dança com os olhos fechados. Isadora é de longe a mais brincalhona, e sua voz firme parece alcançar quilômetros. E finalmente, Fernanda, que transmite uma paz e uma doçura, até quando canta “Me Deixa”, do Rappa.
Show – Frejat – Canecão Setembro 17, 2008
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Roberto Frejat lançou seu terceiro disco solo, “Intimidade entre estranhos” com três shows no Canecão. Com apresentações lotadas, o cantor, compositor e instrumentista sobe no palco e logo pede paciência e curiosidade ao público presente para conhecerem suas novas canções, além de muita empolgação com as canções mais conhecidas.
As primeiras canções foram: “Dois Lados”, que estava na trilha sonora da novela “Beleza Pura”, “Controle Remoto” e “Eu Não Quero Brigar Mais Não”, que já está tocando incessantemente nas rádios. Os pontos altos da noite foram as interpretações do ex-guitarrista do Barão Vermelho para as canções “Vambora”, da Adriana Calcanhoto e “Mais Uma Vez”, do Legião Urbana.
E ainda a participação especial do seu filho, Rafael Frejat, tocando brilhantemente uma guitarra de 12 cordas (!) nas canções “Tudo de Bom” e “Porque Que a Gente é Assim?”.
Só senti falta de duas coisas. A execução da canção que dá nome ao disco, “Intimidade entre Estranhos”, feita em parceria com o Leoni. Uma música que eu esperava ter ouvido no show, mas pelo menos no domingo, dia em que eu assisti a apresentação, não foi tocada. E a venda dos discos ao final do show, na porta do Canecão, que surpreendentemente também não aconteceu. Mas nada que abale o brilho do disco novo do Frejat, que eu, inclusive, recomendo muito.
Show – Daniel Lopes – J Club Julho 18, 2008
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A pergunta que reinou nesse show foi: “Banda para quê?”. Saindo em carreira solo o músico Daniel Lopes, que por seis anos acompanhou o cantor e compositor Leoni em seus shows, fez um show no último sábado, divulgando suas composições.
Show – Marina Machado Julho 9, 2008
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Quem a vê falando antes de vê-la cantar, imagina que o sotaque mineiro da cantora Marina Machado, vai intervir de alguma maneira na sonoridade final de sua apresentação. Mas quando ela abre a boca e solta o primeiro acorde, nem se percebe de que estado ela veio.
Apadrinhada pos Milton Nascimento, a cantora só agora chegou à grande mídia. Mas não é de hoje que Marina está envolvida com música. Ela já foi vocalista dos grupos, também mineiros Jota Quest e Tianastácia. Mas se engana novamente quem pensa que é esse estilo de música que a cantora aderiu.
Muito mais puxada para a MPB, Marina acaba de lançar seu terceiro disco, que conta com as participações de Samuel Rosa, Seu Jorge e Milton Nascimento. Sua apresentação ao vivo é composta por uma banda competente e de algumas canções que não foram gravadas por ela.
A princípio, a cantora parece um pouco intimidada, mas depois de umas duas ou três canções, a irreverência começa a surgir. E isso fica bem claro em dois pontos do show. Primeiro, quando Marina canta ‘Tempo Quente’, faixa-título de seu disco. É durante a execução dessa canção que os ventiladores que enfeitam o palco são ligados, e ela deixa seu vestido ao vento, num estilo quase ‘Marilyn Monroe’. E depois, durante a execução da música ‘Que Pena’, que vem antecedida por um pequeno texto em francês.
Show – Nando Reis e os Infernais – Vivo Rio Abril 18, 2008
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Quem foi ao show do Nando Reis na quinta-feira, dia 17, no VivoRio, esperando ouvi-lo cantar o repertório do seu último cd, “Lual MTV”, sentado em um banquinho naquele clima ‘relax’ de praia, tomou um baita susto. Bem, quem já conheçia o ‘ritmo’ do cantor, não levou um susto tão grande assim, pois no mínimo esperava que o show fosse exatamente da maneira que foi.Bem, o que aconteceu? Pra começo de conversa, o cenário do show não lembra em nada o estilo do “Lual MTV”, a não ser pelo fato de todos os músicos estarem sentados. Com um painel com temas marinhos (lindo, diga-se de passagem) ao fundo e muitas flores espalhadas pelo palco, o show começou com um climinha bom pra namorar, com Nando Reis cantando suas músicas mais calmas e românticas como “All Star” e “Espatódea”. Houve uma leve dificuldade em entender o cantor quando ele tentava conversar com o público entre uma canção e outra, devido à deficiência do som da casa. Mas isso não ofuscou o brilho do ótimo show que estava por vir.
Depois de cerca de cinco músicas cantadas no esquema “banquinho e violão”, todo mundo se levanta e sai repentinamente do palco. E para a surpresa do público desavisado, as cadeiras desaparecem e os violões deram lugar às guitarras envenenadas. É então foi que o VivoRio acabou indo ao delírio (inclusive a quase-jornalista que vos fala!).
De maneira elétrica e contagiante, o ruivo retirou algumas canções da época dos Titãs do fundo do baú e juntou com outras de sua carreira solo, fazendo a alegria de todos os presentes. Que por sinal, não tinham uma idade ou ‘tipo’específico. Lá podia ser encontrado desde o pai de família, passando pela patricinha da Zona Sul, chegando até os roqueiros daqueles todo de preto de coturno cheio de piercings.
Depois de duas horas alucinantes de show, onde os Infernais se faziam tão presentes (e destacados) no palco quanto Nando Reis, parecia que o show terminaria ali. E com certeza sairíamos dali satisfeitos com o que tínhamos acabado de assistir. Mas para a surpresa se alguns, Nando Reis e os Infernais voltaram ao palco e o bis veio tão bom quanto o resto da apresentação. Quem ainda se mantinha sentado na área das mesas se levantou, arrastou as cadeiras e cantou, em uníssono, “Whisky a Gogo” e a popular “Do Seu Lado” como se o mundo fosse terminar ali, naquele instante. E assim, o show terminou. Depois de duas horas e meia de pura adrenalina, com o público ainda pedindo bis



